quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Vever em meio a tempestades...

Uma das dúvidas mais comuns quanto ao planejamento de vida é em relação à sua manutenção num mundo cheio de surpresas, mudanças inesperadas, urgências, acidentes de percurso e influências externas. Muitas pessoas deixam de planejar por acreditarem que as forças externas em suas vidas atuam de tal forma que as impediriam cumprir o planejado. Outras argumentam que na vida não vale a pena planejar, que você deve seguir o fluxo e esperar que a vida lhe traga o que ela quiser.
Primeiro vamos analisar alguns fatos:
Fato nº 1: Não somos uma ilha. Não há nada que você possa fazer que irá eliminar as forças externas de sua vida. Vivemos constantemente nos relacionando com o ambiente a nossa volta.
Fato nº 2: Obstáculos existirão independentemente da sua vontade ou de quão bem você se planejou.
Fato nº 3: Sem planejamento, você perde o foco. As chances de realizar algo sem planejamento são muito menores.
Fato nº 4: Casos de sucesso nos mostram que planejar dá certo, sim. O fator “sorte” tem muito mais a ver com atitudes pessoais do que com a “vontade da vida”. Quando penso nisso, sempre me lembro da irônica frase de Thomas Edison: “Engraçado, parece que quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho”.
Fato nº 5: Realizadores de metas mantêm uma visão objetiva da vida. A romântica visão de que é melhor deixar “a vida rolar” é inocente e ingênua. Resultados são alcançados por quem os busca.Viver definitivamente não é fácil...mas não é impossível!

A necessidade de se viver algo novo!

Acredito que quando passamos por algum processo de mudança, quando decidimos conscientemente abrir mão do que conhecemos e nos lançar ao desconhecido, sentimos, a princípio, muito medo.


Se decidimos mudar, é porque estamos prontos. Pois por algum ou muito tempo, sonhamos acordados com esse momento, elaborando internamente essa mudança. No entanto, quando chega o momento de darmos um passo à frente e tomarmos a atitude definitiva, paralisamos de medo. Então o coração fica apertado, a garganta tensa e a cabeça confusa. Contraímos os músculos, prendemos a respiração, e construímos uma atitude de resposta esperando o perigo ou a ameaça.


Se prestarmos atenção em nosso corpo nesse processo, poderemos aprender muito sobre nós. Se observarmos com atenção, perceberemos o medo em cada parte dele. Mas o que nos assusta afinal? Se desejamos a mudança, se sabemos que o caminho escolhido no passado não faz mais sentido, do que temos medo?


Acredito que temos medo de ser, de nos entregar à vida, temos medo da morte, mas também do viver. Um medo que se opõe à própria vida, um medo antigo, guardado na memória do corpo e da mente inconsciente, que na verdade, é a mesma coisa.
Sentimos aquilo que sabemos existir pela experiência. Se sentimos medo, é por que conhecemos o sofrimento, e quem de nós deseja sofrer? O futuro nos assusta e nos atormenta, mas junto dele está o passado graças à memória que temos da dor.


Se pudéssemos esquecer, certamente não sentiríamos medo. Os neuróticos sofrem de excesso de lembranças, dizia Freud. Esse pensamento me faz refletir e pensar que nossa sanidade e felicidade, resida em uma espécie de ausência de medo, portanto, seria melhor o esquecimento.


Nietzsche, filósofo alemão do século XIX, dizia: "É possível viver quase sem lembrança, e viver feliz, como demonstra o animal, mas é impossível viver sem esquecer".


Mas o nosso objetivo não é a vida e a felicidade? Não é por isso que lutamos? Se pararmos para uma reflexão ainda mais profunda, entenderemos que é só através da memória que podemos crescer e evoluir. O que seria de nossa alma se não fosse a memória? Somente através dela poderemos adquirir consciência.


Portanto, meus queridos, não temos saída a não ser enfrentar nossos medos, por mais profundos e assustadores que eles sejam. Por que somente através desse confronto poderemos expandir nossa consciência, que não existiria sem a memória. A memória é a alma de nosso pensamento.


De nada nos adianta também fugir de nossa necessidade. A necessidade nos cobra, grita sua expressão, e se não damos vazão aos nossos sentimentos, ficamos doentes. Se não adoecemos no corpo, adoecemos na alma, ou nos dois. E adoecer é um estado que se distancia da felicidade.


Ah, a felicidade! Todos nós a queremos, mas como é difícil construí-la e principalmente mantê-la! Todos nós, provincianos burgueses, aprendemos a acreditar que a felicidade está na permanência das coisas. No entanto, a vida e a natureza nos defronta diariamente com a transitoriedade.


Esquecemos que a impermanência é a essência de nosso Universo, ela está em toda existência. Não aceitamos essa lei, e arrogantemente insistimos em fazer com que as coisas permaneçam como são. Acreditando na eternidade das coisas, negando a lei da transitoriedade, nosso desejos e apegos nos induzem a repetir os mesmos erros destrutivos.


Precisamos nos soltar de nosso controle, de nossos apegos à nossa auto imagem, ou então continuaremos a nos envolver a situações difíceis e conflitantes. E enquanto estivermos apegados na tentativa de controlar a própria vida, não conseguiremos senti-la em sua plenitude de amor, de paz e felicidade.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A ingratidão e a cocada preta ...

Há momentos na vida da gente,que paramos pra pensar e vemos o quanto temos sido manipulados pela sociedade discriminatória....coisas vãs,tolas,motivos banais que causam profundo descontentamento a quem sofre algum tipo de ingratidão!

Nada agrada mais a Deus do que a gratidão. E é tambem uma alegria muito grande para qualquer pessoa, receber uma sincera demonstração de gratidão da pessoa a quem ajudou. Não há quem não se sinta muito bem, feliz mesmo, quando constata que a sua ajuda foi devidamente reconhecida pela pessoa que a recebeu.

É triste, no entanto, saber que muitos pensam que a gratidão é uma variante da subserviência; que ser grato é ser pequeno, humilde, inferior, Muitos acham que a pessoa que tem personalidade, tem de ser firme, ter voz marcante, ser determinada e não aceitar críticas, reprimendas nem ordens. E nem tampouco deve "curvar-se" numa atitude de agradecimento. Agradecer´´é como se declarar inferior, é como confessar que precisou de outrem. Dizem até que quem não precisa de nada e não depende de ningúem, não pode ser grato, pois, gratidão é sinônimo de fraqueza, de carência, de dependência.

Será? Partindo dessa premissa, devemos ser ingratos, firmes, indiferentes, frios, impiedosos, para não ser fraco ou não demonstrar fraqueza? Voce concorda com isso? Quando não carecemos de nada, quando temos tudo e estamos convictos de que sempre teremos tudo pelo poder que possuímos, é impossível ser gratos? Cremos que não. A gratidão é um sentimento que nasce quando, desde os primeiros anos da nossa existência, somos educados com amor e compreensão, num ambiente de paz e harmonia. É nesta fase inicial de nossas vidas que aprendemos a respeitar o próximo e a reconhecer nossas limitações e carências, como também, é nesta fase que adquirimos a certeza de que existem pessoas melhores e piores do que nós.

E o homem que é grato, que tem gratidão pelos que lhe ajudaram, que reconhece a bondade de outra pessoa para com ele, é bem visto e ajudado por Deus e pelos homens.Nos seus momentos de fraqueza ou carência, sabe que pode contar com amigos, parentes e com Deus. Sabe que receber um favor merecido ou imerecido não é um ato de submissão, de suvserviência ou de inferioridade. Os que pensam assim são exatamente os ingratos, os que querem se impor, por se acharem superiores, acima do bem e do mal. Estes se acham dignos de toda benevolência, reconhecimento e compreensão.

Isso é egoísmo, que é o mais adequado sinônimo de ingratidão.

Estes sim são carentes. Carentes de amor, carentes de paz, carentes de sabedoria, carentes de digidade e de muitas outras qualidades que quase sempre se mainfestam nos humildes de coração e não nos de coração duro, de pedra. A ingratidão é falta de bom senso, de visão, de sabedoria e de humildade. O ingrato não vê o que os outros vêem e nem sentem o que os outros sentem, não por que não querem ou não desejam, mas, por incapacidade, por fraqueza moral e ausência de amor. Há, na cabeça do ingrato, um vazio de amor ao próximo, que se manifesta não eventualmente, mas, permanentemente.

O egoísmo é um modo de vida sempre presente no procedimento das pessoas ingratas. Preocupam-se permanentemente consigo mesmas, pouco se importando com o sofrimento dos seus semelhantes. Vivem num mundo particular, no qual reinam intensamente seus interesses pessoais. Às vezes, são até simpáticos e têm facilidade de fazer amizades, mas, não se libertam jamais de seus interesses pessoais, que colocam acima de tudo e de todos. A ingratidão, que tem raízes na educação familiar sem o cultivo de valores morais, provoca ressentimentos fortes nas suas vítimas, difíceis de serem esquecidos ou perdoados.

E como se tudo isso não bastasse, o ingrato é sempre uma pessoa de má índole que sempre vê somente o lado negativo das coisas e das pessoas, e não enxerga valores nos seus semelhantes, mesmo naqueles que o ajudaram. Suas atitudes e pensamentos nos fazem referirmo-nos a ele, neste mundo tão egocêntrico e pouco fraterno de hoje, com aquela expressão popular por todos nós conhecida:"Ele pensa que é o rei da cocada preta".

Resumindo, o ingrato é um infeliz, um egoísta,pleno de ideias erradas, e extremamente carente. Só ele não percebe que precisa de algo mais na sua vida, que não é dinheiro, poder ou fama. É algo que ele não identifica, não percebe, envolvido que está por sua vaidade e complexo de superioridade. Até que um dia, quem sabe, sem saber como nem por que, algo diferente lhe fala ao coração e ele descobre que Deus existe, que Deus liberta, salva e cura, mesmo aqueles que sempre o ignoraram ou talvez até o conheçam!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fácil falar de você Ju!

Quando falo de você, falo de alegria.
De momentos, de instantes.
Que ninguém compreenderia.Somente eu...
Quando penso em você,penso na nossa infância.
Nas brincadeiras, no sorriso, na magia, nas lágrimas.
Sei que ninguém entenderia.Somente eu saberia...
Quando falo de você, falo em simplicidade.
Do querer, do doar, do dividir, do somar.
Ninguém compreenderia.Somente eu...
Quando falo de você, falo em belezas.
De anjos de luz, no brilho dos seus olhos.
Sei que ninguém me compreenderia.Somente eu entenderia...
Quando falo de você, falo de saudades.
Das suas palavras, da sua alegria, da sua presença.
Acho que ninguém me entendeu...
Mas eu sei do que falo, e do que sinto.
Fácil falar de você! Minha amiga... frágil, ingênua e ao mesmo tempo durona, esperta e cheia de garra para defender aquilo que acha certo!
Admiro muito sua força! Agradeço por estar ao meu lado em todos os momentos mais difíceis da minha vida e nos mais tranquilos também! Eu sou privilegiada por viver essa amizade! Poucas são as pessoas quem têm e sabem ser amigas como você! Te amo,amiga! Sei que posso contar contigo para me apoiar em qualquer situação! Espero que eu transmita a mesma segurança para você! Fico feliz por ver que a cada dia que passa descobrimos mais coisas em comum... inclusive os problemas! O que me acalma é saber que todas essas coisas ruins vão passar!

Já estão passando! De tudo temos que tirar o que for bom e o que possa nos fazer crescer... é pra isso que estamos aqui: errar (errar outra vez) e aprender!! Se possível, juntas! ;)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Quando, enfim, a `ficha cai´...

Algumas vezes, passamos longo tempo apostando numa relação, acreditando que pode dar certo e que ainda não esgotamos todas as possibilidades. Até por isso não
precisa ser para sempre, mas precisa ser até o fim!.

Alimentamos idéias que julgamos ser compartilhadas com o outro, sentimentos que nos parecem recíprocos e, deste modo, vivemos uma ilusão sem nos darmos conta.

É claro que quando isso acontece, nunca somos totalmente ingênuos a ponto de não questionarmos nada, de em nenhum momento duvidarmos da profundidade e da veracidade sobre o que está acontecendo.

Afinal, bem lá no fundo, por mais que tentemos negar, sabemos quando algo não vai bem num relacionamento; sentimos quando um encontro é duvidoso, quando as palavras parecem suspensas, quando as atitudes são frágeis demais.

Mas ainda assim, insistimos. Chegamos a perder a noção de nossos próprios limites e já não sabemos o quanto queremos, o quanto merecemos. Perdidos num desejo que parece maior que os fatos gritando diante de nossos olhos, somos capazes – algumas vezes – de cometer insanidades em nome de uma conquista.

Até aí, creio que tudo isso seja, sobretudo, humano. Não há pelo que se lamentar; somente o que aprender! Mesmo porque, para quem está comprometido com seu amadurecimento, em busca de uma condição mais evoluída, há de chegar o momento em que, finalmente, a ficha cai!

Depois de recorrentes decepções, a gente compreende e consegue enxergar o que existe de fato e o que não existe e simplesmente nunca vai existir; tal qual um veredicto – Ele simplesmente não está a fim de você.

É isso: o outro não gosta, não quer, não está disposto e a gente se recusou veementemente a aceitar e respeitar esse direito que ele tem não gostar de você).

Mas quando a ficha cai, é como se algemas se abrissem, cordas se desamarrassem, correntes se desenlaçassem: livres, enfim, estamos livres! Tornamo-nos libertos de uma mentira que contamos a nós mesmos.

Percebemos, felizmente, que o caminho por onde andávamos não nos levaria a lugar algum. E, de repente, a gente desperta, como quem sai de um sonho confuso e angustiante: acordamos!

Meu desejo é para que você acorde, abra os olhos e se veja! Redescubra-se, ilumine-se e, mesmo que lentamente, volte a brilhar. E que a cada desconstrução, você possa se reconstruir...

Que a cada desengano, você possa renascer. A cada decepção, você possa reascender... e feito gente que você é, que consiga gentilmente se dar a chance de recomeçar, ainda que – de novo – possa se enganar!

Mas, a despeito de todos os seus equívocos, que você nunca perca a coragem de seguir o seu coração e apostar tudo o que você é em suas mais intensas e nobres intenções!
Para que, depois do fim, sobrevivam dois corações inteiros, íntegros e capazes de se dar ainda mais: o seu e o de que você amou!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Gravidez na adolescencia

A adolescência é uma fase bastante conturbada na maioria das vezes, em razão das descobertas, das ideias opostas às dos pais e irmãos, formação da identidade, fase na qual as conversas envolvem namoro, brincadeiras e tabus. É uma fase do desenvolvimento humano que está entre infância e a fase adulta. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes dos jovens.

A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.

Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.

Eu me vi nesse dilema.Me senti muito só,mesmo tendo o apoio da minha mãe e minha avó.Fese difícil,as amigas se afastaram de mim,exeto Carla e Juliana.Parecia que eu tinha uma doença contagiosa.Continuei a estudar ate o período das ferias.Não tive o pai por perto,abdiquei minha vida em função da menina que crescia dentro de mim.Muitos conflitos na minha mente...embora eu soubesse da realidade que a vida me reservava,a ficha ainda não tinha caído...

Graças a Deus foi uma gravidez tranquila,eu so sentia fome e sono.Os paparicos era a parte mas interessante.Tive todos os cuidados de pré-natal.E até a ultima hora eu fazia de tudo em casa.Nove meses passados,eis que surge ela: Beatriz!Linda como ela só... hoje com treze anos!

Continuação das baladas

Como toda garota nova eu quis muito abraçar o mundo.Sonhava com o cara loiro de olhos azuis kkk.Mas a realidade era tão radical comigo que eu não tinha outra opção a não ser me divertir e me entregar aquela alegria momentânia...As saidas com as meninas eram constantes.Aparecia cada carinha horrível falando bobeira no meu ouvido. Na balada um lugar fechado,barulhento e com muita gente suada...mas eu adorava aquilo tudo.Muita zuação,pegação,dança...como eu dançava horas a fio...nem me preocupava com as obrigações do dia seguinte.Eu até fazia com gosto.
Teve dia de chuvas,de calor,frio(e eu de shortinho,não tava nem aí rsrsr).E lá depois de muito curtir,conheci meu marido.Aí ja viu ne...tudo de novo.Logico que tava na hora de me firmar com alguem,até pq eu nao era de ficar apenas,tinha que ter fundamento,durar no minimo 1 mês.E as vezes até passava disso...
Mas tudo bem eu era nova.Recomeçar era essencial...Tive muito apoio das meninas da escola...E olha que ela até me zuavam quando olhavam lá fora da escola aquele cara coma camisa do fluminense,kkk horrível...
Até que ele acompanhava no inicio.Meio desajeitado.Foi uma luta até eu aprender o nome dele: Aluizio.Nossa que nome "diferente" pra mim!kkk
Mesmo estando com ele e saindo e me divertindo,meus sentimentos ainda estavam lá no meu primeiro namorado em casa.E isso se prolongou por meses.
Todo domingo era sagrado.Nos encontrávamos lá.Até que eu resolvi leva-lo pra conhecer minha mãe(meu pai era falecido)e meu padrasto.Apresentações feitas engatamos num namoro sério q levou um ano e meio até eu me senti infeliz ao lado dele.Ele era muito legal,mas eu não o amava,não o suficiente pra continuar.Ainda assim,não falei nada pra ele.Pra dar uma guinada na relação eu me entreguei a ele...não foi pressão,eu quis!Nossa foi horrível,rsrsr..quem foi que disse que a 1° vez é bom?rsrsr dói muito...
Mudou algumas coisas,nos aproximamos mas e ficamos mas inidos.Passeamos,cinema,praia...
O tempo passou e as coisas se esfriaram.Terminamos e eu fui pra um lado e ele pro outro.Nesse período ele conheceu garotas diferentes,amadureceu ficou mas atraente.Eu tb conheci uns carinhas,não mudei em nada,só queria curtir a minha solterice.Só dava eu e Ju no Tamoio...
Que ilusão!Estava grávida!

E começa aí outra trajetória em minha vida.

Continua...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Minha educação


“Fui criada com princípios morais comuns:
Quando eu era pequena, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.

Agradecimento a minha amiga Carla



   Carla minha amiga,muito abrigada...                                         



                                       Pela Amizade que você me devota,

Por meus defeitos que você nem nota;

Por meus valores que você aumenta,

Por minha fé que você alimenta...

Por esta paz que nós nos transmitimos,

Por este pão de Amor que repartimos;

Pelo silêncio que diz quase tudo,

Por este olhar que me reprova mudo...

Pela pureza dos seus sentimentos,

Pela presença em todos os momentos;

Por ser presente mesmo quando ausente,

Por ser feliz quando me vê contente;

Por este olhar que diz:'Amiga vá em frente!'

Por ficar triste quando estou tristonha,

Por rir comigo quando estou risonha;

Por me repreender quando estou errada...

Por meu segredo sempre bem guardado,

Por seu segredo que só eu conheço

E por achar que apenas eu mereço;

Por me apontar à Deus a todo instante,

Por esse Amor fraterno tão constante;

Por tudo isso e muito mais eu digo:

Deus te abençõe e muito OBRIGADA

Minha querida AMIGA!!!









































































                                      

As noites agitadas!


Depois que minha mãe casou de novo,me mudei e lá eu conheci uma galera bem legal.Eu que era bem tranquila,parecia bicho do mato lá no meio deles.Vivia com a mesma rotina.porem agora tinha que pegar condução...mas ate a turma do Onibus iam zuando geral.Era hilário.Nesse trajeto de todos os dias eu conheci meu primeiro namorado firme.Ele era mais velho(muito mas velho)Acho até que eu sempre me atrai por homens assim...
Como esse homem me atraia...
Ate que ele se aproximou de mim,em um dia que eu voltava da escola e me pediu em namoro.Nem respondi.Mas fiquei toda boba com a idéia.
Minha mãe aprovou e formalmente comçamos a namorar em casa.Vivi dias estranhos ao lado dele.Eu não entendia,mas ele terminava todo dia comigo e depois voltava.e eu nunca sabia onde ele morava.Mas me tratava como rainha e eu tinha de tudo porque ele me dava.Era um homem experiente e claro que ele queria sexo.eu sempre corria,dizia que nao tava na hora...
Me afastei das amigas porque não tinha mas tempo.Ele ia todos os dia la em casa.Na semana dos meus 15 anos meu padrasto descobriu que ele era casado e tinha 2 filhos.Nossa que backe pra mim!
Mesmo assim a festa aconteceu e eu o vi na esquina esperando que eu dissesse algo pra ele voltar.Bem que eu queria,mas meu orgulho falou mais alto.
Nesse dia eu fiquei com um amigo do meu irmão só de raiva.
Os dias se passaram e eu pra superar me aventurei com a minha nova turma.
Passamaos a frequentar a matine do Tamoio(muito legal na época)Todos os domingos agente tava la.Passeia tomar cerveja,a pegar geral,mas moderadamente e a segurar vela da minha amiga porque ela me superava(conseguia ficar com uns 3 numa noite só eu distraía os outros,kkk...)Bons tempos...


Continua...

Da infância a adolescência...

Bem, de uma maneira bem resumida,vou contar p vcs como vivi nesse período sem net(ninguem merece)!
Quando era bem pequena minha mae viúva c 3 filhos,teve q ir trabalhar fora.Sobrou p mim.tinha que cuidar do meu irmãozinho, ate que eu tinha jeito pra coisa e ele era tranquilo,mas eu queria mesmo era brincar...Da escola pra casa e vice-versa...Mas tinha uma coisa q me alegrava e muito: A escola!Depois que agente sai de lá e que sentimos a falta que ela faz,rsrsr...
Lá eu conheci a Carla(que hj é minha melhor amiga)e mas meninas q formavam o grupo.Nossa era tão bom...
Agente matava aula samente p ir na rua da feira ficar olhando as pessoas passar e ficar rindo de quem não estivesse bem vestida...kkk era uma festa...
Estudamos no ano seguinte( a turma td de novo)e mas as amizades se reforçavam.
Além desse grupinho,tinha a turma la da rua:A magrinha(Cilene),a Gordinha (Beth)a gostosona(Juliana)hj é a madrinha da minha filha e a bonitinha( Adriana)parecia a Xuxa.
mas eu so podia ir p rua depois das obrigações...nossa minha avó era um saco.Eu era apaixonada pelo gatinho da minha rua.Ele nem me enchergava.Que decepçao,rsrsr...
Um dia minha amiga Cilene se mudou e tempo depois ela me chamou a ir numa festinha de jovens perto da casa dela.
E fui eu.Toda arrumadinha...
Lá teve uma dança do chapéu.E nessa dança eu conheci Paulo César(Kiko).Eu tinha só 13 aninhos.nem sabia beijar na boca,rsrsr...Nossa ele era lindo demais...cheiroso...
Agente ficou e todas as meninas me apoiaram.Tudo era motivo pra ir vê-lo...
o tempo passou a gente foi ficando...até que eu descobri q ele era noivo.Ele tinha 18 anos e ia casar.Caramba, como ele pôde fazer isso comigo?Fiquei muito triste.E tive uma conversa seria com ele.Eu terminei sabendo que sofreria,mas eu pensei na outra que era doente e eu a conhecia.Eu disse a ele que o que ela tinha pra dar eu nao poderia fazer o mesmo(eu era virgem).Assim passou essa fase,mas eu chorei muito.

Continua...

Apresentação


Me chamo Bianca e quero dividir minhas histórias com vcs!Espero q gostem...comentem...